FN de Saracá-Taquera
PA

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primeiros registros fotográficos

aracuã-pequeno
Eddy Barbosa
ariramba-do-paraíso
Eddy Barbosa
gavião-preto
Eddy Barbosa
curica-de-chapéu-preto
Leonardo S. Lino

primeiros registros sonoros

falcão-mateiro
Thiago Silveira
galinha-do-mato
Thiago Silveira
sanhaço-de-coleira
Marcos Persio
Áreas de Observação

Em 1976 a Mineração Rio do Norte (MRN) iniciou a implantação de uma mina de bauxita (mineral utilizado para a produção de alumínio) em uma área de aproximadamente 200 hectares. As atividades de conservação e fiscalização realizadas pela MRN estavam restritas às áreas de atividade da empresa, que compreendia cerca de 20.000 hectares, estando o restante da região totalmente desprotegido e sob constantes ameaças de desmatamento, caça e pesca predatórias.

Em 1989 o IBAMA passou a considerar a transformação da região em uma reserva florestal, que foi inicialmente denominada Reserva Florestal Saracá-Jamari. No dia 27 de dezembro de 1989, o Poder Executivo, por meio do Decreto 98.704, criou a Floresta Nacional de Saracá-Taquera, com área estimada de 429.600 hectares. A Floresta Nacional de Saracá-Taquera está situada entre as coordenadas geográficas 10 20’ e 10 55’ de latitude Sul e 560 00’ e 570 15’ de longitude Oeste, localizada na margem direita do rio Trombetas e inserida nos municípios de Oriximiná, Faro e Terra Santa, estado do Pará.

Infra-estrutura

O acesso à Floresta Nacional de Saracá-Taquera pode ser feito por via aérea, com vôos regulares a partir de Manaus, Belém ou Santarém ou por via fluvial, a partir do rio Amazonas, subindo pelo rio Trombetas até Porto Trombetas, distrito de Oriximiná, onde encontra-se a sede da Mineração Rio do Norte, que controla a entrada de visitantes.

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Referências